Viver simples é ter clareza de propósito. Definir esse propósito é algo individual, e irá determinar o que é relevante para cada pessoa. Dessa forma, a expressão exterior que uma vida simples irá assumir também é algo muito pessoal. Pode-se dizer que a simplicidade integra aspectos interiores e exteriores da vida, transformando-a num todo integrado e pleno de sentido.
A adopção de uma vida simples é um acto voluntário porque diz respeito a usar de mais autonomia, determinação e liberdade. Trata-se de assumir a responsabilidade pela sua própria vida. A pobreza é involuntária e debilitante; a simplicidade é uma opção consciente e fortalecedora.
A simplicidade consciente, portanto, não é a negação de nós mesmos, mas uma afirmação da vida. Uma vida frugal, adoptada voluntariamente, não se constitui em uma experiência "ascética" (no sentido de estrita austeridade); ela é, antes, uma "simplicidade estética", onde o padrão de consumo se adapta com harmonia à arte prática da vida quotidiana neste planeta.
Os sistemas de sustentação da Vida na Terra dão sinais alarmantes de esgotamento na sua capacidade de restauração. É absolutamente insustentável que todas as pessoas consumam nos níveis e formas que têm caracterizado a sociedade industrial. É essencial a adopção de estilos de vida mais inteligentes, baseados na frugalidade e na sustentabilidade ecológica.
A simplicidade no viver tem uma enorme importância no que diz respeito a esses desafios. Como indivíduos, passamos a dispor de inúmeras possibilidades de acção significativa, pois a matéria-prima da transformação social é idêntica àquela com a qual a nossa vida diária é construída. Cada um de nós contribui de forma singular para a Teia da Vida.
Como espécie humana, já dispomos de todas as condições necessárias para viver na prática uma Cultura de Paz. Dispomos de tecnologias brandas e acessíveis; podemos nos conectar mundialmente com pessoas de interesses afins; não necessitamos de lideranças heróicas, maiores do que nossa própria humanidade. A nossa única necessidade é optar, como indivíduos, por um futuro revitalizante, e agir em comunhão com os outros, para fazer esse futuro frutificar.
Texto baseado em Duane Elgin
A simplicidade consciente, portanto, não é a negação de nós mesmos, mas uma afirmação da vida. Uma vida frugal, adoptada voluntariamente, não se constitui em uma experiência "ascética" (no sentido de estrita austeridade); ela é, antes, uma "simplicidade estética", onde o padrão de consumo se adapta com harmonia à arte prática da vida quotidiana neste planeta.
Os sistemas de sustentação da Vida na Terra dão sinais alarmantes de esgotamento na sua capacidade de restauração. É absolutamente insustentável que todas as pessoas consumam nos níveis e formas que têm caracterizado a sociedade industrial. É essencial a adopção de estilos de vida mais inteligentes, baseados na frugalidade e na sustentabilidade ecológica.
A simplicidade no viver tem uma enorme importância no que diz respeito a esses desafios. Como indivíduos, passamos a dispor de inúmeras possibilidades de acção significativa, pois a matéria-prima da transformação social é idêntica àquela com a qual a nossa vida diária é construída. Cada um de nós contribui de forma singular para a Teia da Vida.
Como espécie humana, já dispomos de todas as condições necessárias para viver na prática uma Cultura de Paz. Dispomos de tecnologias brandas e acessíveis; podemos nos conectar mundialmente com pessoas de interesses afins; não necessitamos de lideranças heróicas, maiores do que nossa própria humanidade. A nossa única necessidade é optar, como indivíduos, por um futuro revitalizante, e agir em comunhão com os outros, para fazer esse futuro frutificar.
Texto baseado em Duane Elgin

































A precariedade invade todas as áreas da vida e é mais completa entre os mais novos: desempregados e contratados a prazo, bolseiros, estudantes-trabalhadores (já/ainda/quase), imigrantes, etc...

Uma das coisas que tenho visto é imensa gente que detesta o 25 de Abril muito preocupada com a falta de renovação das comemorações do 25 de Abril. E se a simbologia é importante em comemorações, gostava de ter visto Cavaco com um cravo ao peito. Não é obrigado, claro. Mas fico a imaginar que tipo de comemoração quer, em que o mais básico e consensual da simbologia da data o incomoda.

