
Tenho pena da menina e dos pais, mas acredito que com tanto folclore, alguma da pena que podíamos sentir pelos pais já começa a transformar-se em profunda irritação pelo tratamento desigual dado a este caso, em concreto.
Depois das manifestações dos "famosos", pela causa da Madeleine, chegou a vez de serem recebidos pelo não menos famoso Papa. Foram recebidos por Ratzinger, como desejavam. B16 viu-se obrigado a fazer o que não fez aos pais das outras crianças desaparecidas. Recebeu o casal McCann e fez o que sabia: promessas, rezas e bênçãos.
Será que em próximas audiências o Papa irá receber os pais das crianças desaparecidas por esse Mundo fora e abençoar as fotografias de crianças pobres que foram assassinadas ou vendidas como escravas?
Esta é a manifestação suprema da incapacidade em resolver este mistério.
Esta é cereja no topo do bolo da hipocrisia.
Para todos estes famosos, há crianças que valem mais que outras!
Se fossem a apelar por cada um dos desaparecidos neste mundo, não havia tempo para jogar futebol ou dar missas!
Depois das manifestações dos "famosos", pela causa da Madeleine, chegou a vez de serem recebidos pelo não menos famoso Papa. Foram recebidos por Ratzinger, como desejavam. B16 viu-se obrigado a fazer o que não fez aos pais das outras crianças desaparecidas. Recebeu o casal McCann e fez o que sabia: promessas, rezas e bênçãos.
Será que em próximas audiências o Papa irá receber os pais das crianças desaparecidas por esse Mundo fora e abençoar as fotografias de crianças pobres que foram assassinadas ou vendidas como escravas?
Esta é a manifestação suprema da incapacidade em resolver este mistério.
Esta é cereja no topo do bolo da hipocrisia.
Para todos estes famosos, há crianças que valem mais que outras!
Se fossem a apelar por cada um dos desaparecidos neste mundo, não havia tempo para jogar futebol ou dar missas!



A precariedade invade todas as áreas da vida e é mais completa entre os mais novos: desempregados e contratados a prazo, bolseiros, estudantes-trabalhadores (já/ainda/quase), imigrantes, etc...

Uma das coisas que tenho visto é imensa gente que detesta o 25 de Abril muito preocupada com a falta de renovação das comemorações do 25 de Abril. E se a simbologia é importante em comemorações, gostava de ter visto Cavaco com um cravo ao peito. Não é obrigado, claro. Mas fico a imaginar que tipo de comemoração quer, em que o mais básico e consensual da simbologia da data o incomoda.










Os antigos, quando se referiam à loucura, usavam o termo “alienação mental”. O louco, segundo essa concepção, é alguém que deixou de pertencer a si mesmo, é um estranho perante si próprio.


Sempre fui de opinião que a exigência «ad aeternum» do pagamento do aluguer de um equipamento que serve para medir ou pesar o fornecimento de um bem era, por natureza, iníquo. É como ter de pagar indefinidamente o uso de um equipamento propriedade de terceiro ( que por este me é imposto) e que, embora tendo por fim a manutenção de uma «certa» proporcionalidade das contraprestações de um contrato de fornecimento de um bem, serve fundamentalmente o interesse do seu proprietário (o fornecedor desse bem). É como ter de pagar numa estação de serviço uma taxa autónoma (ainda que mínima) pela utilização da bomba abastecedora de combustível, ou da balança do vendedor num mercado.

O Paulinho, novamente, atrás daquela imagem trabalhada de respeitabilidade e de ridícula pose de politico sério e de grande estadista, não passa de um exímio cínico, o que não deixa de ser uma arte menor em pessoas como ele. E, em boa verdade, com mais ou menos estragos que ele possa fazer, o seu sucesso ou insucesso relativos não dependem só dele. Dependem, também, dos outros partidos e do governo. 







