
1) Advogado: - A gente ganha esse processo bem rápido.
2) Ambulante: - É garantido. Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3) Anfitrião: - Mas, já vai?! É tão cedo! Fica mais um pouco.
4) Aniversariante: - Não tem problema não trazer presente? Sua presença é o que importa.
5) Bebado: - Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6) Casal sem filhos: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7) Construtor: - Está quase pronto.
8) Delegado: - Tudo será apurado e os responsáveis serão punidos exemplarmente.
9) Dentista: - Fique tranquilo. Não vai doer nada.
10) Desiludida: - Nunca mais! Eu não quero mais saber de homem!
11) Devedor: - Pago amanhã, sem falta!
12) Canalizador: - O problema é muita pressão que vem da rua..
13) Filha de 17 anos: - Vou dormir na casa de uma colega..
14) Filho de 18 anos: - Volto logo. Antes das 11 estarei estou em casa.
15) Gerente de Banco: - Nossas taxas de juros são as mais baixas do mercado.
16) Inimigo do Morto: - No fundo, era um bom sujeito.
17) Jogador de Futebol: - Foi um bom jogo, nada está perdido.
18) Ladrão: - Não sei. Isso aqui foi um homem que me deu.
19) Mecânico: - É a rebibela da parafuseta.
20) Comerciante: - É muito bom e tem garantia de fábrica.
21) Namorada nova: - Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei...
22) Namorado: - Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23) Noivo: - Vamos casar o mais rápido possível!
24) Orador: - Vou dizer apenas umas poucas palavras...
25) Pobre: - Se eu ficasse rico eu dava dinheiro a quem precisasse..
26) Recém-Casado: - Te amarei até que a morte nos separe.
27) Sapateiro: - Depois de usar um pouco, ele alarga no pé.
28) Sogra: - Em briga de marido e mulher não me meto.
29) Vagabundo: - Faz 3 anos que estou procurando emprego mas não acho.
30) Viciado: - Essa vai ser a última...Eu juro
31) Marques Mendes : - Eu, baixava os impostos.
32) Ministro da saúde: - Vamos melhorar e alargar os cuidados de saúde.
33) Sócartes: - Vamos criar 150.000 empregos.
2) Ambulante: - É garantido. Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3) Anfitrião: - Mas, já vai?! É tão cedo! Fica mais um pouco.
4) Aniversariante: - Não tem problema não trazer presente? Sua presença é o que importa.
5) Bebado: - Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6) Casal sem filhos: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7) Construtor: - Está quase pronto.
8) Delegado: - Tudo será apurado e os responsáveis serão punidos exemplarmente.
9) Dentista: - Fique tranquilo. Não vai doer nada.
10) Desiludida: - Nunca mais! Eu não quero mais saber de homem!
11) Devedor: - Pago amanhã, sem falta!
12) Canalizador: - O problema é muita pressão que vem da rua..
13) Filha de 17 anos: - Vou dormir na casa de uma colega..
14) Filho de 18 anos: - Volto logo. Antes das 11 estarei estou em casa.
15) Gerente de Banco: - Nossas taxas de juros são as mais baixas do mercado.
16) Inimigo do Morto: - No fundo, era um bom sujeito.
17) Jogador de Futebol: - Foi um bom jogo, nada está perdido.
18) Ladrão: - Não sei. Isso aqui foi um homem que me deu.
19) Mecânico: - É a rebibela da parafuseta.
20) Comerciante: - É muito bom e tem garantia de fábrica.
21) Namorada nova: - Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei...
22) Namorado: - Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23) Noivo: - Vamos casar o mais rápido possível!
24) Orador: - Vou dizer apenas umas poucas palavras...
25) Pobre: - Se eu ficasse rico eu dava dinheiro a quem precisasse..
26) Recém-Casado: - Te amarei até que a morte nos separe.
27) Sapateiro: - Depois de usar um pouco, ele alarga no pé.
28) Sogra: - Em briga de marido e mulher não me meto.
29) Vagabundo: - Faz 3 anos que estou procurando emprego mas não acho.
30) Viciado: - Essa vai ser a última...Eu juro
31) Marques Mendes : - Eu, baixava os impostos.
32) Ministro da saúde: - Vamos melhorar e alargar os cuidados de saúde.
33) Sócartes: - Vamos criar 150.000 empregos.
Os antigos, quando se referiam à loucura, usavam o termo “alienação mental”. O louco, segundo essa concepção, é alguém que deixou de pertencer a si mesmo, é um estranho perante si próprio.


Sempre fui de opinião que a exigência «ad aeternum» do pagamento do aluguer de um equipamento que serve para medir ou pesar o fornecimento de um bem era, por natureza, iníquo. É como ter de pagar indefinidamente o uso de um equipamento propriedade de terceiro ( que por este me é imposto) e que, embora tendo por fim a manutenção de uma «certa» proporcionalidade das contraprestações de um contrato de fornecimento de um bem, serve fundamentalmente o interesse do seu proprietário (o fornecedor desse bem). É como ter de pagar numa estação de serviço uma taxa autónoma (ainda que mínima) pela utilização da bomba abastecedora de combustível, ou da balança do vendedor num mercado.

O Paulinho, novamente, atrás daquela imagem trabalhada de respeitabilidade e de ridícula pose de politico sério e de grande estadista, não passa de um exímio cínico, o que não deixa de ser uma arte menor em pessoas como ele. E, em boa verdade, com mais ou menos estragos que ele possa fazer, o seu sucesso ou insucesso relativos não dependem só dele. Dependem, também, dos outros partidos e do governo. 




