
Eh pá! Outra vez a treta da mundança de hora. Lá vamos novamente a andar a dormir sem vontade e a acordar quando deviamos estar a dormir. Se há coisa que me irrita é esta periódica mudança de horário. E depois, quando já estamos habituados à rotina, toma lá mais uma volta aos ponteiros, que é para não pensares que és esperto.
Para cumprir o início da hora de Verão, à 01h00 da madrugada de domingo os relógios adiantam para as 02h00 em Portugal continental e na Madeira.
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, no arquipélago dos Açores a hora muda às 00h00, devendo os relógios ser adiantados para a 01h00.
Na prática, os portugueses vivem amanhã o dia mais pequeno do ano, com 23 horas, fazendo-se a mudança numa altura em que menos afecta o quotidiano das pessoas, durante a noite e no fim-de-semana.
Para cumprir o início da hora de Verão, à 01h00 da madrugada de domingo os relógios adiantam para as 02h00 em Portugal continental e na Madeira.
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, no arquipélago dos Açores a hora muda às 00h00, devendo os relógios ser adiantados para a 01h00.
Na prática, os portugueses vivem amanhã o dia mais pequeno do ano, com 23 horas, fazendo-se a mudança numa altura em que menos afecta o quotidiano das pessoas, durante a noite e no fim-de-semana.

Sempre fui de opinião que a exigência «ad aeternum» do pagamento do aluguer de um equipamento que serve para medir ou pesar o fornecimento de um bem era, por natureza, iníquo. É como ter de pagar indefinidamente o uso de um equipamento propriedade de terceiro ( que por este me é imposto) e que, embora tendo por fim a manutenção de uma «certa» proporcionalidade das contraprestações de um contrato de fornecimento de um bem, serve fundamentalmente o interesse do seu proprietário (o fornecedor desse bem). É como ter de pagar numa estação de serviço uma taxa autónoma (ainda que mínima) pela utilização da bomba abastecedora de combustível, ou da balança do vendedor num mercado.

O Paulinho, novamente, atrás daquela imagem trabalhada de respeitabilidade e de ridícula pose de politico sério e de grande estadista, não passa de um exímio cínico, o que não deixa de ser uma arte menor em pessoas como ele. E, em boa verdade, com mais ou menos estragos que ele possa fazer, o seu sucesso ou insucesso relativos não dependem só dele. Dependem, também, dos outros partidos e do governo. 







