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sexta-feira, outubro 14, 2005

A força da razão


Subscrevo completamente os argumentos que Francisco Louçã anunciou na apresentação da sua candidatura às Presidenciais. Acho, inclusivé, que é importantissimo dizer a VERDADE sobre a realidade e as causas que levaram este País ao ponto em que se encontra e apontar novos e corajosos rumos para o tirar do pântano em que se afunda.
Como dizia Saramago, tenho dois candidatos presidenciais, um que me enche as medidas, que tem a força da razão e outro que apesar de tudo, é um democrata, amante da liberdade, corajoso e capaz de concentrar votos suficentes para não entregarmos o ouro ao bandido.
Para já, ainda não defeni o meu voto na primeira volta, se por simpatia e emoção votaria em Louçã, não sou insensível ao facto de Manuel Alegre ser o único capaz de passar à segunda volta e ali derrotar Cavaco.

Click aqui para ver o filme
Veja aqui a Declaração de Candidatura de Francisco Louçã

quarta-feira, outubro 12, 2005

Futebol, hoje não havia avião


de O jumento
"Voo" ali e já venho.
Faz o que digo, não faças o que faço.

Igreja escondida com o rabo de fora


A Diocese Católica de Los Angeles, na Califórnia, escondeu durante 75 anos inúmeros casos de abusos sexuais perpetrados pelos seus sacerdotes contra jovens das suas paróquias, revela hoje a imprensa norte-americana. Os ficheiros pessoais de 126 religiosos, que ontem chegaram a público, revelam que a hierarquia católica escondeu os casos e afastou alguns dos sacerdotes, tendo convencido os pais das vítimas a manter silêncio.
Infelizmente, estes ficheiros não contêm a história inteira da participação da Igreja na manipulação e movimentação destes padres. Os ficheiros integrais mostrariam quão profundo e penetrante era este problema e como a Igreja pôs os seus interesses acima dos das crianças e de outros que foram molestados pelos padres. Esta é uma história mais ampla e mais profunda.

Público

segunda-feira, outubro 10, 2005

Alerta! Faialenses!


Muito cuidado com os socialistas faialenses, eles estão à rasca com a nova composição do elenco camarário.
Começam a circular vozes no sentido de criar um lobby com vista a um possível acordo do bloco central para a gestão do município.
Apesar da derrota e consequente demissão do líder e candidato do PSD, ao contrário do reforço e da eleição da equipa de Decq Mota, os dirigentes socialistas, fazendo vista grossa do sentido da votação de ontem, preparam-se para trair a vontade popular de ver se o José Decq Mota é homem para dar uma ajuda no lançamento do Faial na senda do progresso.
Os socialistas tremem de medo, não vá Decq Mota comer vivo o presidente da câmara, fazer-lhe sombra ou tirar algum protagonismo, mas descansem que o José já deu provas da sua lealdade, seriedade e de que sabe trabalhar em equipa, mesmo com quem tem ideias diferentes.
Tenham juízo, saibam ver os sinais e constituam uma equipa forte, trabalhadora e que ponha os interesses do Faial à frente dos interesses pessoais ou partidários.

O Povo quer uma Câmara de esquerda.

domingo, outubro 09, 2005

Decq Mota não morreu na praia!

Já se pode concluir que dos resultados eleitorais vai resultar um executivo camarário mais democrático e dialogante. Os presentes resultados vão obrigar a um entendimento entre dois partidos, o PS e espero os eleitos da CDU, José Decq Mota e Maria do Céu Brito.
Já que o Povo, mais uma vez, não deu a maioria à lista encabeçada por Decq Mota, espero que o PS perceba os sinais emanados deste acto e escolha para seu parceiro no executivo, aqueles que cresceram eleitoralmente e mais provas de capacidade política, de trabalho e de amor ao Faial tem dado sempre, e não quem chegou de pára-quedas e cujas políticas vem merecendo o repúdio do eleitorado.
Faço votos que João Castro saiba aproveitar a mais valia que representa a entrada da equipa Decq Mota na Câmara.
Decq Mota não morreu na praia, espero e acredito que vai ajudar o Faial a encontrar caminhos de progresso, desenvolvimento e mais bem estar social para o nosso Povo.

O meu voto consciente e livre

Antes de mais quero prestar a minha homenagem ao Rui de Jesus, de quem me considero amigo.
Foi um abnegado Presidente da Câmara, homem sério, trabalhador, organizado e sempre disponível para os seus munícipes. Ganhou a simpatia e a consideração de todos os Presidentes de Junta, mesmo de outros partidos, e da população faialense em geral.
Por motivos de doença, renunciou ao cargo e afastou-se da vida política activa. Fica faltando uma merecida homenagem de todos nós e principalmente por parte daqueles que o substituíram.

Mas hoje é dia de eleições, dia de escolher um novo Presidente para a Câmara da Horta.
São vários os candidatos, todos com defeitos e qualidades, mas destaca-se um, José Decq Mota, pela sua maturidade e experiência política, quer local quer regional; pela sua capacidade de trabalho, até pelos seus adversários reconhecida; pela sua cultura e pelo seu enraizamento na nossa vida comunitária; Pelo respeito de que goza junto do poder regional; pelo programa que apresenta e pela certeza de que não se vergará perante as dificuldades na sua implementação; pelo amor desinteressado que sempre demonstrou por esta Ilha e pelo seu Povo é o homem que todos gostaríamos que fosse o nosso Presidente da Câmara.
Só por falta de coragem ou dificuldade em romper com o tradicional voto clubístico não conseguirá o número de votos necessários, mas espero, para o bem de todos nós, que não façamos de novo o erro e a injustiça de não o eleger.

O meu voto, consciente e livre, já está lá dentro da urna.
Espero que quem ler este escrito, vote tão livremente como a mão que o escreveu.

Por mim, Decq Mota para Presidente da Câmara.


Até sempre companheiro!!!


Sentado no chão, prisioneiro e gravemente ferido, espera a chegada do agente da CIA Félix Rodriguez que o virá interrogar e que... traz consigo, (dos Estados Unidos da América, é bom lembrar!!!) a ordem para o matar!!!
Segunda-feira, quase meio-dia de uma manhã de Sol, 9 de Outubro de 1967, Ernesto Guevara de la Serna – CHE, é barbaramente assassinado, na pequena aldeia Boliviana de La Higuera. É abatido a sangue frio por Mário Teran, não sem antes lhe dizer: “dispara, que matas um Homem!!!”.
Assim morre uma das maiores personalidades do séculoXX. Diz quem o viu, no seu pobre leito de morte, que parecia Cristo!!!
Talvez por isso, o retrato de Che foi e é, aos olhos de milhões de pessoas, “o retrato da dignidade suprema do ser humano”!!!

Che Guevara, torna-se uma lenda!

Ted Córdova, perpetua-o com a foto de 1960!
Os poetas escrevem elegias!
Os músicos, cantam as mais belas canções revolucionárias!
Os oportunistas, lucram, colocando fotos de CHE em todos os produtos que se possa imaginar! Demonstrando grande desrespeito, por tão grande Guerrilheiro!
Che é para todos nós, o exemplo de homem;
Amigo, solidário, inteligente, justo, estudioso, coerente, combatente, Lutador, um Revolucionário!

Che é um modelo de homem que não pertence ao nosso tempo; pertence ao futuro!

sábado, outubro 08, 2005

sexta-feira, outubro 07, 2005

Boa notícia em "vespera de eleições"

O Governo açoriano alterou o regime de aplicação da intervenção «Indemnizações Compensatórias» do Plano de Desenvolvimento Rural dos Açores, aumentando em mais de 40% os montantes a atribuir aos agricultores, já nas candidaturas referentes a 2005, foi anunciado hoje.

Segundo dados oficiais, o montante global que está a ser pago ronda os 8,4 milhões de euros para um universo de cerca de 3.500 agricultores, enquanto que, em 2004, foram atribuídos cerca de 5,9 milhões.

Tais dados revelam um aumento das indemnizações compensatórias da ordem dos 2,5 milhões de euros.

De acordo com a mesma fonte, os pagamentos de 2005 estão já a ser efectuados, desde quinta-feira, com base na nova portaria.

É sempre bom guardar e dar um presentinho em vespera de eleições, não vá o "rebanho" morder a mão do dono.
Enfim, com a crise que se vive na agricultura toda a ajuda à perca de rendimento é sempre bem vinda, haja ou não eleições, mas tudo serve para comprar um voto.

Porrada nos candidatos "bandido"

Já que se safam à justiça, aqui não se livram dumas boas marretadas!!!!

quarta-feira, outubro 05, 2005

Os paramentos do clero



Os que me conhecem mal, pensam que sou anti-clerical, mas quem me conhece bem tem a certeza. Divirto-me a observar as vestes eclesiásticas, alvos bibes, negras sotainas, os adereços brilhantes e os sapatinhos coloridos dos bispos.

Os paramentos dos machos castrados do divino têm enorme propensão para imitar os atavios femininos. Sob a aparência assexuada a que o múnus os obriga é a ilusão hermafrodita que os persegue.

Na mórbida execração do sexo é apenas a preservação do poder que une o clero.

Passar a juventude a reprimir desejos, a conter com gelo os calores do corpo, a acumular traumas com a virgem nua dos sonhos púberes ou com a tanga solta do Cristo que jaz na parede fria da camarata do seminário, é um sacrifício sem Paraíso que compense.

Aos padres está vedada a sexualidade, apenas lhes recomendam a castidade. Em vez de palavras ternas e beijos húmidos em lábios que se unem e corpos que se estremecem, debitam reles orações e beijam medalhas frias de ícones de fancaria.

Os olhos semicerrados do oficiante, à elevação da hóstia, é o esgar involuntário da frustração do orgasmo por haver. O hissope com que aspergem é a evocação ritual do pecado solitário e a eucaristia a degustação de um cadáver servido em rodelas de pão ázimo ou liquefeito com sabor a vinho.

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Estes padres, papas e afins queriam ser as verdadeiras mulheres do mundo, ter montes de filhos e um marido sisudo como o Deus de Abraão, só que não se sabe por que cargas de água, não conseguem ter filhos como a virgem Maria e isso deixa-os sempre muito frustrados. Para compensar a frustração desataram a vestir roupas femininas, usar bijuteria variada e coisa e tal...mas se rezarem com fervor durante toda a vida, com um pouquinho de sorte, na próxima reencarnação podem nascer como gajas e usar mini saia, baton e fitinhas no cabelo ou tótós...o importante é não desanimarem...

Artigo de Carlos Esperança e comentário de Black Bird que subscrevo inteiramente.

terça-feira, outubro 04, 2005

Para que serve a "maioria de esquerda"????

Não há melhor exemplo, de como, utilizando todas as manobras e todos os artifícios, a direita foge a enfrentar aquilo que é inevitável – a alteração da lei que criminaliza as mulheres que abortam.

Uma lei ultrapassada, ridícula aos olhos da Europa, e completamente ineficaz, mesmo em relação a pressupostos preventivos, que alguns, poucos e cada vez menos, encontram como a justificação patética para a sua manutenção.
Não previne coisa nenhuma e muito menos o aborto. Pelo contrário, a actual lei liberaliza por completo o mercado clandestino do aborto.

Quantas mais evidências serão ainda precisas para que caia de vez a máscara da hipocrisia?
Não há um único argumento, que sustente a posição do sistemático adiamento do Referendo ao aborto. Um único.

Está, agora, nas mãos do Presidente da República convocar rapidamente o Referendo, que não faça o jogo da direita e se ponha com artifícios.

Que seja marcado logo ou então que sejam os deputados capazes de, assumindo as suas competências e responsabilidades, acabar com a praga do aborto clandestino que se pratica em todas as cidades e vilas.
As mulheres que têm dinheiro fazem-no em segurança e as outras entram nas urgências dos hospitais com a sua saúde em perigo, sendo mesmo assim encaminhadas para as esquadras de polícia e expostas à humilhação.

Tivessem os dirigentes e deputados dos partidos à "esquerda" no hemiciclo, um bocado de vergonha, em vez de andarem a brincar com coisas sérias, usavam o mandato que lhes foi conferido para votar uma lei despenalizando o aborto, de uma vez por todas.
Assim, as coisas arriscam a arrastar-se por mais anos e anos, além de serem um óptimo pretexto para a ofensiva ideológica da direita mais reaccionária, ligada aos sectores católicos mais retrógados.
A “maioria de esquerda” que sirva ao menos para acabar com esta hipocrisia e pôr fim à vergonha nacional dos julgamentos e à ofensa à dignidade das mulheres.

segunda-feira, outubro 03, 2005

O pico petrolífero e as classes trabalhadoras


Os governo e as classes privilegiadas tentaram sempre apresentar a imagem de que se preocupavam com os pequenos e com a humanidade servil. Os nossos dirigentes procuraram sempre aparentar a magnanimidade, desde a filosofia de Henry Ford de pagar o suficiente aos seus empregados para que eles pudessem comprar os seus próprios veículos, até à teoria das sobras dos ricos de Ronald Reagan.
Desde há muito que os governos e as classes privilegiadas tentam subverter o movimento dos trabalhadores. Aprenderam à sua custa que é compensador pacificar a classe trabalhadora mas só o suficiente para que ela se torne fraca e obediente. Todas as tentativas de formar uma organização de trabalhadores verdadeiramente democrática foram esmagadas ou impossibilitadas.
Entretanto, o público é influenciado pelas opiniões e perspectivas da classe privilegiada. Na escola, ensinam-nos a história da elite, a história laboral serve apenas de rodapé – se é que é mencionada. Os nossos meios de comunicação dão as notícias só do ponto de vista da elite – notícias de negócios. Mas não dão o valor real dos salários ou a actual proporção entre o pagamento aos presidentes das empresas e o pagamento médio aos trabalhadores. Noticiam a taxa de desemprego sem reflectir o número de desempregados que chegaram ao fim dos benefícios de desemprego ou sem procurar saber o número dos sem-abrigo. Noticiam os gastos do consumo sem os correlacionar com as dívidas dos consumidores. E todos estes pequenos pormenores navegam num mar de violência pública, que leva muita gente a ter medo dos seus vizinhos e a ter medo de pôr o pé fora das suas próprias casas. Para culminar, somos perturbados por uma maré de entretenimentos que, na melhor das hipóteses, são inócuos e, na pior, são defensores subconscientes da visão aprovada da realidade.

Podem ter a certeza de que a elite já chegou à conclusão de como vai maximizar os seus lucros com o pico petrolífero. Apesar de todos os disparates que os economistas dizem, eles sabem que a nossa economia pode começar a contrair-se em resultado da diminuição da produção de energia. E sabem que em qualquer forma de capitalismo – seja ela o mercado livre, o mercado assistido pelo estado ou o mercado fortemente regulamentado – a contracção económica contínua é um eufemismo para colapso. Os peritos na manipulação do dinheiro sabem quando devem saltar fora, e sabem como manipular mesmo um mau negócio a fim de obter o máximo lucro.
Embora haja razões para os preços do petróleo estarem actualmente a subir, não há razão nenhuma nesta altura para terem atingido os 60 (e tal)dólares por barril. Isto é resultado da especulação, e há quem esteja a tirar enormes lucros com isso. Até agora, o pico petrolífero é apenas conversa sussurrada no mercado. O verdadeiro pânico do mercado ainda está para chegar, talvez daqui a um ano, talvez no próximo mês ou já na próxima semana.
Quando o pânico chegar, a elite está pronta para o gerir. Os privilegiados vão arrebatar todos os lucros, depois vão liquidar os seus bens e levá-los para longe antes que o mercado desabe. Vão desarmar as suas tendas e sair da cidade.
Entretanto, a classe trabalhadora vai sofrer o principal impacto desta catástrofe. A taxa de desemprego vai levantar voo quando as grandes empresas fecharem as portas e declararem bancarrota. Quer os salários subam ou desçam, o valor da moeda em que forem pagos torná-los-á inúteis. Haverá crises simultâneas nos transportes, na agricultura e no saneamento público. Haverá um aumento brutal de sofrimento, miséria, fome e morte.
Assim, rapidamente, perder-se-ão 200 anos de conquistas sindicais.
Há uma coisa que poderia impedir este cenário: um levantamento da classe trabalhadora. A classe trabalhadora tem poder para fazer parar tudo através da greve geral. Só a ignorância e a abdicação deste poder último é que dá à classe privilegiada esse poder que ela utiliza para nos explorar.

Neste momento eles não acreditam que sejamos capazes de tal resistência unificada. As nossas organizações sindicais são fracas, subornadas e corruptas. Estamos mal informados, endoutrinados e isolados. Temos medo dos nossos próprios vizinhos e somos metidos rapidamente na linha com a ameaça do terrorismo. Já se esqueceram da batalha de Seattle e têm ignorado protestos semelhantes desde então. Logo que é localizado um protesto, podem refreá-lo, minimizar a publicidade dos media e dar-lhe a volta apropriada, e esmagá-lo se necessário. O maior espinho que têm neste momento é a nossa capacidade de comunicar pela Internet.
É preciso que todos se envolvam, para seu próprio bem e pelo bem dos seus entes queridos. Se deixarmos esta questão nas mãos da classe privilegiada, depois não podemos queixar-nos quando nos encontrarmos a estrebuchar debaixo da canga da servidão por dívidas ou – ainda pior – a morrer à fome. Se não começarmos a agir agora mesmo, será demasiado tarde.

Este artigo (completo e em inglês) encontra-se em
http://www.onlinejournal.com/Special_Reports/090205Pfeiffer/
090205pfeiffer.html


sábado, outubro 01, 2005

Governo não revela salário de Constâncio

O vencimento anual de Vítor Constâncio é de 272.628 euros (14 meses/ano) e o de Alan Greenspan, seu homólogo, presidente da Reserva Federal dos EUA, é de 120 mil dólares (cerca de 100 mil euros). Ou seja, uma diferença de 172.628 euros, mais do dobro! E a América é a grande superpotência do Mundo e Portugal o candidato ao País mais atrasado da Europa.
Em comparação, nos EUA, o salário do presidente da Reserva Federal é público e está disponível no ‘site’ da instituição, ao alcance de qualquer internauta. Basta um click. Em Portugal, os vencimentos dos dirigentes do Banco de Portugal não são públicos. Por essa razão, há mesmo abusos escandalosos e uma total falta de transparência.
E é este filho da p….. que nos manda apertar o cinto. Apertar-lhe era pescoço, mais a quem permite e encobre estas situações.
Não há bandidos só nas autarquias, como dizia om outro "eles andam por aí".
Isto é de loucos, e o Zé Povinho continua a dar ouvidos a esta gente.
Muito mais do dobro!


Uma solução para cada caso

No convento das carmelitas uma jovem mulher aparecia todas as manhãs a rezar junto ao altar da Virgem Maria.

Intrigada, um dia a madre superiora perguntou-lhe o motivo da súplica, ao que a devota respondeu:

- Venho aqui rezar duas ave-marias a pedir um filho.

- E já experimentou um padre nosso? - indagou a madre.

sexta-feira, setembro 30, 2005

Manuel Alegre à Presidência da República

Como ser proponente da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República

A candidatura de Manuel Alegre é um espaço de cidadania aberto de participação cívica de todos os eleitores.

Nos termos da Constituição e da legislação eleitoral, as candidaturas à Presidência da República só poderão ser apresentadas por um mínimo de 7.500 e um máximo de 15.000 cidadãos eleitores. Cada eleitor só pode ser proponente de uma única candidatura à Presidência da República.

A propositura consubstancia-se numa declaração de propositura, subscrita individualmente por cada proponente devidamente identificado, cuja inscrição no recenseamento eleitoral esteja certificada.

Se quer participar neste movimento, só tem que ir à Junta de freguesia e remeter os documentos para o Apartado postal 27115 em Lisboa.

Aceda aqui e veja como proceder.

quinta-feira, setembro 29, 2005

O Faial em "Estado de Sítio"


É a armada estacionada ao largo e os semi-rígidos em desembarques rápidos na Alagoa; são os helicópetros a zuniar, como varejeiras sobre as nossas cabeças; são as viaturas militares a toda a velocidade e os caminhos fechados em hora de ponta, deixando os incautos sem almoço.
É a guerra total, no mar, no ar e em terra.
Não há inimigo e, felizmente, por enquanto também não há vítimas.

quarta-feira, setembro 28, 2005

Vasos de guerra ao largo


Levanto-me, chego à janela e deparo-me com este nascer do Sol
e com o cenário duma batalha naval.
Estamos todos rotos, mas continuamos a brincar às guerras.


terça-feira, setembro 27, 2005

Simpatizo com o BE, mas voto Decq Mota

O voto é uma arma.
O voto, como as armas, não pode ser usado de olhos fechados, às cegas, há que fazer pontaria e disparar certeiro.
Não quero, por opção, estar inscrito em partidos políticos, mesmo reconhecendo a sua importância, não quero cargos nem proveitos, mas também não quero estar sujeito a disciplinas nem vínculos partidários.
Tenho uma forte simpatia pelo Bloco de Esquerda, dum modo geral subscrevo e adiro às suas posições e combates, mas não sou cego e quero usar o voto como, em cada momento, acho que melhor serve o interesse colectivo.
Nestas eleições, para a Câmara vou votar no José Decq Mota, não no partido, mas no homem. Tal como foi, na Assembleia o melhor deputado ao serviço dos Açores e dos açorianos, também na Câmara dá garantias de ser o melhor representante dos munícipes.
No actual quadro, por um voto se ganha e por um voto se perde e o Decq Mota, pelo que conheço, é tanto democrata, amante da liberdade, defensor do progresso, do desenvolvimento e dos valores caros ao BE como eu. Sempre votei na sua pessoa e vou voltar a fazê-lo, convicto que estou fazendo a melhor escolha.
Foi um erro e uma ingratidão, do Povo do Faial, não reeleger o José Decq Mota para a Assembleia Regional. Agora, tem a oportunidade de dar o seu contributo para que possa ser eleito, senão para Presidente da Câmara, para vereador executivo, já que prevejo um resultado eleitoral muito disputado.

Por mim, Decq Mota pá Câmara.